Home
........................................
Notícias
........................................
Notícias

Plano de saúde

Só clientes de planos de saúde individuais e posteriores a 1999 poderão trocar de operadora sem nova carência

A possibilidade de trocar de plano de saúde sem ter que cumprir nova carência deverá beneficiar apenas 6,3 milhões dos 50 milhões de clientes em todo o país, o que representa entre 15% e 16%.


Conhecida como portabilidade, a medida deverá entrar em vigor a partir do ano que vem. Até amanhã, qualquer cidadão pode dar a sua opinião de como deve ser feita a mudança, na consulta pública, no site da Agência Nacional de Saúde.

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sugere mobilidade apenas para contratos novos, ou seja, aqueles assinados a partir de 2 de janeiro de 1999, que são regulamentados pela agência. Na prática, só vão poder migrar os clientes individuais de convênios contratados entre 1999 e 2008.


Ficam de fora os planos antigos, anteriores a 1999, os contratos coletivos empresariais e as operadoras que possuem carteiras que já não existem mais. Por exemplo, uma empresa que comprou um convênio que estava com problemas financeiros, mas manteve o atendimento aos clientes. Essa empresa pode se negar a receber novas adesões.


A ANS estuda algumas restrições para a portabilidade, como o beneficiário que tiver prestações em atraso ficar proibido de fazer a migração.


As operadoras não poderão recusar quem estiver dentro das regras (com carência cumprida e sem atraso).


Outro ponto em estudo é o valor que o cliente paga no plano. Em um primeiro momento, ele só poderá mudar para operadoras com planos de valores iguais ou mais baratos. Mas a ANS ainda estuda a possibilidade de troca para um convênio mais caro.


Quem tem doenças crônicas deverá cumprir nova carência na mudança, mesmo que já tenha cumprido o prazo na empresa antiga. Atualmente, o atendimento para quem tem doença préexistente é de dois anos. A ANS estuda reduzir esse período.

Fonte: O Globo

Cadastre-se em nosso newsletter

Caso não tenha o Acrobat Reader,
clique aqui
.